Planejamento de Tarefas

Também conhecido como Sprint Planning, é o evento em que o time define o que será trabalhado no próximo Sprint e quais serão as tarefas para atingir aos objetivos.

Sobre o Planejamento de Tarefas

O Planejamento do Sprint é um evento em que o time se reúne e planeja como será o Sprint do time quanto às atividades e entregas previstas.

Em conjunto, Product Owner e desenvolvedores analisam a lista de tarefas priorizadas no Refinamento do Backlog, discutem novas demandas que possam ter surgido entre o evento de Refinamento e o dia do Planejamento e acordam sobre o que irá entrar de fato para o próximo Sprint e como esse trabalho será realizado.

Objetivos

O evento tem como objetivo definir as atividades que serão executadas na próxima quinzena (período do Sprint) pelo time de acordo com os objetivos e as prioridades mapeadas anteriormente e com a capacidade dos desenvolvedores de execução.

Dessa forma, todos entendem as demandas e as entregas pedidas, as tarefas que serão executadas no próximo ciclo e quais serão as metas do Sprint para determinar o foco principal da quinzena e, assim, guiar o trabalho de todo o time.

Guia de preparação

Para se preparar para o rito, o Product Owner deve garantir que as prioridades do time foram alinhadas com os stakeholders e estão refletidas na lista de tarefas da equipe.

Se necessário, estes poderão participar do evento para sugerir pontos ou garantir o alinhamento da equipe com os objetivos da empresa, porém, isso não é o ideal pois as Milestones devem ser montadas previamente ao evento.

Além disso, o P.O. deve priorizar o Backlog de acordo com o que gera mais valor para os clientes ou para os envolvidos no projeto, sendo quanto mais alto estiver a tarefa na lista, mais valor espera-se que ela gere.

O time também deve analisar o Backlog previamente e ter conhecimento do que está priorizado para que possam mapear dúvidas com antecedência e chegar ao Planejamento do Sprint cientes do que já está criado.

Por fim, não se esqueça de reservar um tempo na agenda do time e garantir a presença de toda a equipe no ritual.

Guia de execução

Na reunião, o Product Owner apresenta a lista de tarefas formada no Backlog para que o time possa discutir as pendências registradas; opinar e sugerir alterações nas tarefas ou criar novas, caso seja necessário; e acordar sobre os motivos de execução de cada atividade proposta.

Depois, os membros também determinam o grau de esforço para realizar cada uma das tarefas criadas utilizando a técnica Planning Poker por meio de Story Points.

Essa estimativa é feita sem considerar o tempo necessário para executar a tarefa ou o grau de urgência da mesma e, assim, o time estima em uma escala de Fibonacci quantos Story Points cada uma das tarefas requer.

Por exemplo: suponha que uma tarefa X foi estimada com um grau de esforço nota 8 nessa escala de complexidade. O time irá comparar a tarefa Y com a anterior e entender se é mais ou menos complexa e se receberá uma nota menor ou maior do que 8. Esse processo se repete para todas as tarefas priorizadas no Backlog.

Essa metrificação é importante para medir a velocidade da equipe, extrair métricas do trabalho realizado e ser assertivo quanto à capacidade de trabalho, entre diversos outros benefícios.

Depois de discutido, refinado, estimado e acordado quanto aos critérios de aceite de cada atividade, o time define as Metas do Sprint.

Essas metas serão o guia para o time quanto aos objetivos principais do Sprint e o norte sobre as atividades que serão executadas pelos membros, para que, assim, a partir das tarefas selecionadas, o P.O. junto aos desenvolvedores elenquem o que se quer atingir com a execução de tais tarefas e entregar após a realização do Sprint.

Dicas do Roads

Nós do Roads recomendamos que o time participe, pergunte, sugira pontos, ações e delimite o que consegue e o que não consegue realizar de acordo com a sua capacidade de trabalho.

Nesse último ponto, vale utilizar dados dos Sprints anteriores para medir a capacidade de trabalho da equipe e negociar a entrada no Sprint somente dos itens que os desenvolvedores julgam ser possível entregar na quinzena.

Além disso, o Sprint não deve ser planejado apenas pelo Product Owner e, sim, por todos os membros já que ele contempla os resultados dos trabalhos de todos os colaboradores ali envolvidos e deve refletir, então, um acordo entre todos quanto ao trabalho previsto.

Guia de preparação

Para se preparar para o rito, o Product Owner deve garantir que as prioridades do time foram alinhadas com os stakeholders e estão refletidas na lista de tarefas da equipe.

Se necessário, estes poderão participar do evento para sugerir pontos ou garantir o alinhamento da equipe com os objetivos da empresa, porém, isso não é o ideal pois as Milestones devem ser montadas previamente ao evento.

Além disso, o P.O. deve priorizar o Backlog de acordo com o que gera mais valor para os clientes ou para os envolvidos no projeto, sendo quanto mais alto estiver a tarefa na lista, mais valor espera-se que ela gere.

O time também deve analisar o Backlog previamente e ter conhecimento do que está priorizado para que possam mapear dúvidas com antecedência e chegar ao Planejamento do Sprint cientes do que já está criado.

Por fim, não se esqueça de reservar um tempo na agenda do time e garantir a presença de toda a equipe no ritual.

Dicas do Roads

Nós do Roads recomendamos que o time participe, pergunte, sugira pontos, ações e delimite o que consegue e o que não consegue realizar de acordo com a sua capacidade de trabalho.

Nesse último ponto, vale utilizar dados dos Sprints anteriores para medir a capacidade de trabalho da equipe e negociar a entrada no Sprint somente dos itens que os desenvolvedores julgam ser possível entregar na quinzena.

Além disso, o Sprint não deve ser planejado apenas pelo Product Owner e, sim, por todos os membros já que ele contempla os resultados dos trabalhos de todos os colaboradores ali envolvidos e deve refletir, então, um acordo entre todos quanto ao trabalho previsto.

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